O peito ainda cheio de alegria e gratidão por todos que passaram pela praça dos leões no dia primeiro, quando o livro foi lançado, numa festa linda, repleta de atrações.
Foto: Caetano Filho
A festa começou de maneira inusitada, com a banda marcial Brava Banda. Depois a música improvisada do grupo Soslaio para, depois, a delicadeza e elegância de Paula Tesser nos ser apresentada. Então a experimentação de Narcélio Grud (e sua "guiparra" - uma guitarra construída por ele no corpo de uma pá), seguida da black music oldschool do DJ Flip Jay e um grupo de B.Boys convidados por ele para participar - dj excelente e b. boys corajosos, já que dançaram mesmo num piso inadequado!
Brava Banda (Foto: Caetano Filho)
Soslaio (Foto: Caetano Filho)
Soslaio (Foto: Caetano Filho)
Soslaio com David da Paz (Foto: Caetano Filho)
Paula Tesser (Foto: David Beaudonnet)
Paula Tesser (Foto: David Beaudonnet)
Narcélio Grud (Foto: Caetano Filho)
DJ Flip Jay (Foto: David Beaudonnet)
B. Boy (Foto: David Beaudonnet)
B. Boy (Foto: David Beaudonnet)
B. Boy (Foto: David Beaudonnet)
Também passou por lá a banda Astronauta Marinho com um show bonito, com interessantes doses de eletrônica, rock e música brega. Floftdilo e sua Crocobanda também nos alegrou com seu show divertido, seus improvisos e sua mistura de instrumentos - percussão, escaleta, guitarra, bateria, baixo, microfone para vocalizações, já que é uma banda basicamente instrumental.
Astronauta Marinho (Foto: Zeca Cruz)
Floftdilo e sua Crocobanda (Video: Tiago Pedro)
Dead Leaves mesmo estando sem baixista, fez um show enérgico, extremamente potente, tanto quanto bonito. Depois tivemos o poeta Deynne Augusto, que na festa foi dj, com muita boa música eletrônica, variada e extremamente dançante. Eletro Alvenaria, dupla do Cariri, nos brindou com sua mistura de música eletrônica e poesia. No Grand Finale tivemos as duas maiores bandas de rock da cidade, que são Jonnata Doll & Os Garotos Solventes e Verónica Decide Morrer. A primeira com seu show tradicionalmente vigoroso, soando bem e pesada para o público tão respeitável quanto incansável. A segunda brindando a todos com champanhe (sim, a cantora Veronika Valentino bebeu o champanhe até que o baixista Léo Breedlove derrubasse a garrafa no chão), apresentando sua perfeita mistura entre o glamour e a decadência. Por fim, com o dia já amanhecido, o som ficou a cargo do DJ Uirá dos Reis, que tocou pouco, mas que fez uma bela despedida.
Dead Leaves (Video: Tiago Pedro)
Jonnata Doll & Os Garotos Solventes (Video: Tiago Pedro)
A festa contou com várias intervenções de artistas como Aspásia Mariana e Daniel Pizamiglio (que fizeram uma performance surpresa, É tudo culpa do amor, dedicada ao fotógrafo e designer Filipe Acácio); Mário Filho (da Cia. Pã de Teatro), numa performance caótica-alegórica-divertida, David da Paz do Coletivo Curto-Circuito e suas provocações digitais, Grupo Paralelus com suas pinturas incríveis em painéis espalhados pela praça, Traços Aleatórios e também o VJ Maxmiliano Leguiza que ajudou a recriar a poética do espaço, fazendo suas imagens coloridas passearem pelos espaços, aqui, ali e acolá. Somos puro agradecimento e felicidade por todas essas parcerias. Também as parcerias dos rapazes do Blog Difusor e SuburbanaCo., pelo apoio, Tiago Pedro, Caetano Filho, Iasmin Matos, Zeca cruz e David Beaudonnet pela documentação. Obrigado a todos os artistas, aos transeuntes e público em geral, pela ida e permanência naquela praça bonita, que nos acolheu com carinho e emoção por 15 longas horas de festa. Valeu!!
Aspásia Mariana e Daniel Pizamiglio em É tudo culpa do amor
Cia. Pã de Teatro (Foto: Leo BDSS)
Cia. Pã de Teatro (Foto: Leo BDSS)
Paralelus (Foto: David Beaudonnet)
Traços Aleatórios (Foto: David Beaudonnet)
as projeções de Maxmiliano Leguiza (Foto: Caetano Filho)
as projeções de Maxmiliano Leguiza (Foto: Caetano Filho)
O homenageado José Tarcísio ao lado de AC/D1 (Foto: Caetano Filho)
(Foto: Zeca Cruz)













































